|
 |
|
|
|
|
|
|
A Alice vem recebendo diversos apoios pelo país, mostrando assim que mais pessoas estão unidas pela luta dos problemas sociais muitas vezes esquecidos ou excluídos pela sociedade e imprensa em geral. Abaixo segue trecho de agradecimento de uma estudante de Brasília, na qual também demonstra interesse em iniciar um projeto como o Boca de Rua e assim dar inclusão a pessoas em situação de risco. "Meu nome é Ellen Galvão, eu sou estudante de comunicação da Universidade de Brasília, esse semestre me integrei à Enecos pelo Coletivo BSB e fiquei sabendo do projeto "Boca de Rua" por um morador de rua chamado Francisco que nós (integrantes da Enecos) conhecemos sábado quando estávamos em reunião. Me interessei muito pelo projeto, já havíamos comentado que os movimentos sociais não tem visibilidade por não possuir apoio das mídias e da necessidade de desenvolvermos projetos que preencham essa lacuna. A Alice é um exemplo a ser seguido (...) seria legal desenvolver um projeto como esse aqui em Brasília, que nada mais é do que a capital do país e deveria ser a primeira a dar o exemplo." |
|
Leia mais...
|
|
|
Jornal Boca de Rua conquista International "Network of Street Paper"
|
|
|
|
|
|
|
O Jornal Boca de Rua conquistou prêmio no XIII Congresso anual promovido pela INSP - International Network of Street Paper. O evento aconteceu entre as datas de 19 à 21 de junho de 2008 em Glasgow - Escócia e 6 categorias foram abertas para premiação. Ao todo estavam participando 41 revistas de 24 países, totalizando 120 projetos. O jornal Boca de Rua recebeu prêmio pela edição n.º 26 "O Natal é para todos ", na categoria "melhor vendedor de itens". Para saber mais sobre o prêmio segue os links dos diversos meios de comunicação que divulgaram a conquista. Jornalistas & CIA - http://www.jornalistasecia.com.br/fastmail/upload/JornalistaseCia649.pdf
IPS – Inter Press Service - http://www.ipsnews.net/news.asp?idnews=42991
International Street News Paper INSP - http://www.streetnewsservice.org/ 
|
|
|
Pesquisa UFRGS revela Jornal Boca de Rua como Movimento Social mais conhecido pela população de rua
|
|
|
|
|
|
|
Em pesquisa coordenada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS o Jornal Boca de Rua foi revelado como Movimento Social mais conhecido pela população de rua. A finalidade era mostrar o mapa e os locais de utilização da população de adultos em situação de rua de Porto Alegre/RS, assim como conhecer as suas especificidades de formação antropológica (dados étnicos, sócio-econômicos e culturais, estratégias de trabalho e geração de renda, formas de sociabilidade, identidade e representações sociais, formas de relação com instituições e demandas para as políticas públicas). Ao todo, 1203 adultos em situação de rua foram entrevistados.  |
|
|
Monumento em homenagem a estudante assassinado durante a ditadura foi inaugurado no Rio de Janeiro
|
|
|
|
|
|
|
No dia 28 de março foi inaugurada, na Praça Ana Amélia, no centro do Rio de Janeiro, uma escultura homenageando o estudante Edson Luiz, assassinado no mesmo dia, no anod de 1968, no restaurante Calabouço. Estiveram presentes na inauguração, a mãe do estudante, Maria de Belém, o ministro Paulo de Tarso Vannuchi, representantes da UNE, da UBES e da prefeitura do Rio.
A escultura foi projetada pela artista plástica Cristina Pozzobon e faz parte do projeto Direito à Verdade e à Memória da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que tem como objetivo a recuperação da memória sobre os mortos e desaparecidos durante o período da Ditadura Militar. O tiro de largada deste processo foi a publicação do livro homônimo no final do ano passado e a realização de exposições fotográficas sobre o tema em sete capitais brasileiras - Porto Alegre, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belém, Belo Horizonte e Goiânia – inauguradas a partir de dezembro de 2007. O projeto teve a participação da Alice e de sua parceira, a Fundação Luterana de Diaconia, e continua em 2008, trazendo a público uma passagem histórica fundamental para a consciência crítica do povo brasileiro. Deliberadamente suprimida ou reinterpretada pela história oficial, as chagas da Ditadura Militar são ilustres desconhecidas para a maioria da população, em especial os jovens. |
|
|
Primeiro capítulo do Folhetim Mariposa já está circulando na revista Norte
|
|
|
|
|
|
|
A revista Norte, publicada pela Arquipélago Editorial, publicou em seu terceiro número, o primeiro capítulo do folhetim Mariposa – Uma puta história. O folhetim é uma história que mescla ficção e realidade escrita por um grupo de profissionais do sexo. O projeto, coordenado pela Alice, conta com a parceria do Núcleo de Estudos da Prostituição (NEP). A publicação, que é bimestral, seguirá apresentando os próximos capítulos que, reunidos, formarão uma novela. Na apresentação do projeto as autoras – Ana Rita Xavier Lima, Elaine Leandro Xavier. Janete Oliveira da Silva, Preta, Raquel Martins Pereira e Rosângela Maria Moraes dos Santos – escreveram o seguinte: Até o fim
No início era apenas curiosidade. Uma oportunidade de saber como é ser artista, como é escrever. A gente vê as novelas e fica pensando: como eles inventam tudo isso? Foi uma surpresa ver que não era tão difícil assim. Mesmo quem não sabe escrever, podia escrever falando, pensando junto com as outras. Tínhamos que criar uma história com começo, meio e fim e muitas personagens. Uma delas tinha que ser a principal. Então inventamos a Fran. Cada uma emprestou um pouco da sua vida, das suas características. Hoje, a cada reunião, esperamos ansiosas pelo próximo capítulo da vida dela, como se não fosse a gente mesma que tivesse feito. Para quem ler, vai ser um livro surpresa. Não tem graça dizer aqui como será a história da Fran. Tem que ler. O leitor vai entrar em um mundo que é misterioso para a maioria das pessoas. Homens e mulheres costumam ter fantasias com prostitutas. Algumas mulheres imaginam como seria ter esta experiência. Os homens... bom, os homens imaginam tudo. Achamos que os homens vão pensar que um livro escrito por prostitutas deve ser pornô. E vão comprar por isso. Mas os tarados de plantão ficarão decepcionados. As mulheres talvez sintam ciúme do livro ou leiam escondidas do marido. Nosso conselho é: leiam junto com os maridos. Quem sabe não pode ser uma forma de apimentar o casamento. Seja como for, os dois vão descobrir coisas novas e ficarão sabendo que não é verdade que prostituta não vale nada e não tem vergonha de nada. Podem até se sentirem mais calmos quando souberem que têm muita gente com fantasias iguais as deles. Que eles não são anormais nem sujos. Existem outros iguais. Quem sabe até o “senhor” e a “senhora” aprendam coisas interessantes sobre sexo, solidão e carência. Enquanto estamos criando a história, pensamos: será que vamos ajudar o nosso leitor imaginário? Será que ele tem vergonha do que é? Será que as “senhoras decentes” vão dizer “ai que horror”? Mas uma coisa não temos dúvida: quem começar a ler a história da Fran vai até o fim.
|
|
|
Jornal de idosas é premiado pelo Ministério da cultura
|
|
|
|
|
|
|
O jornal Almanaque foi um dos vencedores do Prêmio Culturas Populares 2007 – Mestre Duda 100 anos de Frevo, promovido pela Secretaria da IIdentidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. A publicação bimestral têm o formato dos antigos almanaques distribuídos nas farmácias e é feito por mulheres idosas da cidade de Bagé, localizada na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. O projeto é uma parceria entre o Grupo Renascer de Terceira Idade e a Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação (Alice), e surgiu como continuidade do Livro Contos Sem Fadas – Retalhos de Memória, editado pela Tomo Editorial em 2006. O livro é um mosaico de lembranças de mais de 150 mulheres da fronteira, com idades entre 60 e 90 anos, relatados em forma de contos. Simpatias, benzeduras, remédios caseiros, receitas, músicas e um pequeno dicionário de palavras usadas pelas autoras também fazem parte da obra. O trabalho durou três anos. O objetivo do Prêmio, como o nome diz é incentivar projetos que propiciem a divulgação da diversidade cultural brasileira, em especial as que estão esquecidas. Um item importante era, também a geração de renda, o que neste caso, se dá de forma indireta, ou seja, divulgando o trabalho do grupo, inclusive o artesanato produzido pelas mulheres e a venda do livro. |
|
|
Finalizada exposição "Direito à Memória e à Verdade".
|
|
|
|
|
|
|
Ocorreu de 08 a 16 de dezembro de 2007, a exposição fotográfica "Direito à Memória e à Verdade - Ditadura no Brasil - 1964-1985". No total 7 capitais receberam a exposição: Recife, Belém, Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza e Goiania. Comemorando assim os 59 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A exposição foi promovida pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e contou com a parceria da Fundação Luterana de Diaconia - FLD e da Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação - ALICE. Segue fotos do evento realizado na cidade de Porto Alegre / RS. 


 
 |
|
Agência Livre para a Informação, Cidadania e Educação
Caixa Postal 5003, CEP 90001-970 - Porto Alegre - RS
|
 |
| Informativo Alice |
Assine o nosso informativo e mantenha-se atualizado sobre as atividades da ONG Alice
|
|
|
|
|